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	<title>Nova NR-1 &#8211; Catividade</title>
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		<title>Nova NR-1 e riscos psicossociais: o que muda para as empresas em 2026</title>
		<link>https://catividade.com.br/nova-nr-1-e-riscos-psicossociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Evelise]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 15:10:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nova NR-1]]></category>
		<category><![CDATA[Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[NR1]]></category>
		<category><![CDATA[Saude]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova NR-1 não é uma atualização de formulário. É uma mudança de endereço. Os riscos psicossociais relacionados ao trabalho, tais como sobrecarga, assédio, pressão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8916 size-full" src="https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1.jpg" alt="Nova NR-1 e gestão de riscos psicossociais no trabalho" width="1080" height="603" srcset="https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1.jpg 1080w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1-300x168.jpg 300w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1-1024x572.jpg 1024w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1-768x429.jpg 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p>A nova NR-1 não é uma atualização de formulário.</p>
<p>É uma mudança de endereço.</p>
<p>Os riscos psicossociais relacionados ao trabalho, tais como sobrecarga, assédio, pressão sem suporte e falta de autonomia saem do corredor informal do RH e entram formalmente na gestão de riscos ocupacionais. Dentro do GRO. Dentro do PGR. Com identificação, avaliação, medidas preventivas e acompanhamento.</p>
<p>Se a sua empresa ainda trata saúde mental como campanha de setembro ou palestra do mês, a norma está dizendo que esse modelo não é mais suficiente.</p>
<p>E o problema real não é apenas a multa. O problema é que esse modelo nunca foi suficiente para o colaborador.</p>
<h2><strong>O que é a NR-1 e por que ela importa mais agora</strong></h2>
<p>A NR-1 é a Norma Regulamentadora que estabelece as disposições gerais sobre gerenciamento de riscos ocupacionais. É ela que orienta como as empresas devem identificar perigos, avaliar exposições, definir medidas preventivas e manter esse processo funcionando.</p>
<p>Em 2025, a norma passou por uma atualização relevante: os <strong>fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho</strong> ganharam posição mais clara dentro do GRO e do PGR.</p>
<p>Na prática, o Ministério do Trabalho e Emprego orienta diretamente que as empresas incluam esses fatores no processo de gestão — com identificação, avaliação técnica e evidências. Não apenas intenção. Evidências.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-8917 size-full" src="https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/2.jpg" alt="Diferença entre documento de conformidade e gestão contínua de riscos psicossociais" width="1080" height="603" srcset="https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/2.jpg 1080w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/2-300x168.jpg 300w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/2-1024x572.jpg 1024w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/2-768x429.jpg 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<h2><strong>O que muda com a nova NR-1: não é apenas a burocracia, é o método</strong></h2>
<p>Aqui mora o equívoco mais perigoso.</p>
<p>Muitas empresas vão responder à nova NR-1 da forma mais instintiva: criando um documento. Aplicando um questionário. E arquivando uma planilha.</p>
<p>O próprio material de perguntas e respostas do MTE é explícito: a gestão de riscos ocupacionais não se resume à elaboração de documentos. Ela exige processo contínuo, implementação de medidas e acompanhamento real pela organização.</p>
<p><strong>Documento sem gestão não muda a rotina.</strong></p>
<p>E os riscos psicossociais nascem exatamente na rotina — no e-mail às 23h, na meta impossível, na liderança que grita, no clima que corrói silenciosamente até o colaborador pedir um afastamento.</p>
<p>É nesse ponto — entre o documento e a rotina — que a empresa Catividade atua. Não para substituir a obrigação legal, mas para fazer o que o papel sozinho não consegue: chegar onde o risco realmente existe.</p>
<h2><strong>O que são riscos psicossociais (e por que eles aparecem onde você não está olhando)</strong></h2>
<p>Riscos psicossociais são fatores ligados à organização, à gestão e às condições do trabalho que impactam a saúde mental, o comportamento e o desempenho dos trabalhadores.</p>
<p>O Manual do GRO/PGR do <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br" target="_blank" rel="noopener">MTE</a> cita exemplos concretos: excesso de demandas, sobrecarga e assédio de qualquer natureza.</p>
<p>Mas eles raramente se apresentam com nome e sobrenome.</p>
<p>Eles aparecem primeiro como sinais indiretos:</p>
<ul>
<li>queda de energia sem causa aparente</li>
<li>aumento de atestados e afastamentos</li>
<li>conflitos que se repetem nas mesmas equipes</li>
<li>rotatividade concentrada em áreas específicas</li>
<li>lideranças operando sempre em modo de crise</li>
</ul>
<p>Quando a empresa percebe o problema pelo afastamento, a exposição já existe há meses. Às vezes anos.</p>
<p>A diferença entre identificar cedo e remediar tarde é, em grande parte, uma diferença de método. É ter alguém acompanhando os sinais com continuidade — não apenas quando a crise já está instalada.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-8918 size-full" src="https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/3.jpg" alt="Colaborador sobrecarregado — sintoma de risco psicossocial não gerenciado" width="1080" height="603" srcset="https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/3.jpg 1080w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/3-300x168.jpg 300w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/3-1024x572.jpg 1024w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/3-768x429.jpg 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<h2><strong>Por que a NR-1 é estratégica para RH, SESMT e Saúde Ocupacional</strong></h2>
<p>A atualização da NR-1 faz uma pergunta incômoda para as organizações:</p>
<p><strong>Você cuida da saúde mental. Mas você gerencia?</strong></p>
<p>Existe diferença entre cuidar e gerenciar.</p>
<p>Cuidar é pontual — a ação, a palestra e a semana temática. Gerenciar é contínuo. É saber identificar onde o risco está, avaliar a exposição, agir, medir o resultado e ajustar.</p>
<p>A norma empurra as empresas da primeira postura para a segunda. Isso exige integração real entre RH, SESMT e Saúde Ocupacional — três áreas que, na maioria das empresas, ainda operam em ilhas separadas, falando línguas diferentes para o mesmo problema.</p>
<p>Programas de saúde corporativa que funcionam, que de fato reduzem afastamentos e sustentam engajamento, operam exatamente nessa integração. Não com uma ação por área. Com um sistema que atravessa todas elas e chega ao colaborador de forma coerente, contínua e mensurável.</p>
<h2><strong>NR-1 riscos psicossociais no PGR: o que precisa entrar</strong></h2>
<p>A gestão desses fatores deve estar conectada ao processo de gerenciamento de riscos ocupacionais. Na prática, a empresa precisa estruturar:</p>
<ol>
<li><strong>Identificação</strong> — onde estão os fatores de risco psicossocial na rotina de trabalho?</li>
<li><strong>Avaliação</strong> — quais áreas, funções ou grupos estão mais expostos? Qual a gravidade?</li>
<li><strong>Medidas de prevenção</strong> — o que muda na operação, na liderança e nos processos?</li>
<li><strong>Acompanhamento</strong> — as ações funcionaram? O que os indicadores mostram?</li>
<li><strong>Registro e evidência</strong> — o processo está documentado de forma que comprove gestão real?</li>
</ol>
<p>O MTE deixa explícito que questionários padronizados, por si sós, não são evidência suficiente. Os resultados precisam ser analisados tecnicamente e incorporados à AEP e ao inventário de riscos. E a Catividade é uma empresa que está preparada realizar todos esses processos.</p>
<p>Aplicar questionário e guardar a planilha não é gestão. Falta ações concretas.</p>
<p>Gestão real envolve intervenção. Envolve mudar o que está expondo o colaborador ao risco e acompanhar se a mudança funcionou. Esse ciclo precisa de método, de ferramentas e, na maioria dos casos, de parceiros com capacidade de execução contínua.</p>
<h2><strong>A nova NR-1 aumenta a fiscalização? Sim, e o sinal já foi dado</strong></h2>
<p>Em dezembro de 2025, o Governo Federal empossou os maiores ingressos da história da Auditoria Fiscal do Trabalho. O efetivo saltou de aproximadamente 1.800 para quase 2.700 auditores.</p>
<p>O próprio governo descreveu o movimento como uma reconstrução da capacidade de fiscalização do Estado.</p>
<p>Isso não é um alarmismo. É um sinal de mercado.</p>
<p>Empresas que esperarem para &#8220;resolver depois&#8221; estão apostando que a fiscalização não vai chegar antes. É um cálculo que ficou mais arriscado.</p>
<p>Mas o argumento mais forte não é o risco de autuação. É o custo que já existe antes da fiscalização chegar: afastamento, turnover, queda de produtividade e o desgaste de liderança. Esses custos não esperam o auditor bater na porta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8919 size-full" src="https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/4.jpg" alt="Planejamento estruturado para adequação à nova NR-1 e gestão de riscos psicossociais" width="1080" height="603" srcset="https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/4.jpg 1080w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/4-300x168.jpg 300w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/4-1024x572.jpg 1024w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/4-768x429.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<h2><strong>Como adequar a empresa à nova NR-1: cinco movimentos reais</strong></h2>
<ol>
<li><strong> Comece pelo diagnóstico, não pelo documento</strong></li>
</ol>
<p>Antes de produzir qualquer arquivo, a empresa precisa entender onde o risco está. A sobrecarga está concentrada em alguma área? As lideranças têm preparo para lidar com conflito e pressão? Existem sinais de clima hostil, assédio ou comunicação disfuncional?</p>
<p>O diagnóstico é o mapa. O documento é o relato do caminho percorrido.</p>
<ol start="2">
<li><strong> Integre as áreas — de verdade</strong></li>
</ol>
<p>RH não resolve esse problema sozinho. SESMT não resolve esse problema sozinho. Saúde Ocupacional não resolve esse problema sozinho.</p>
<p>Os riscos psicossociais atravessam a cultura, a liderança, os processos, a comunicação e a saúde. A resposta precisa ser integrada com a coordenação entre as áreas e uma visão de conjunto sobre o que está acontecendo com o colaborador. E a Catividade organiza todos esse processo de forme que se mensure os resultados.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Transforme dados em decisão</strong></li>
</ol>
<p>Indicadores de absenteísmo, afastamentos, turnover e clima são instrumentos. O valor não está em coletar. Está em transformar informação em ação concreta.</p>
<ol start="4">
<li><strong> Crie medidas concretas de prevenção</strong></li>
</ol>
<p>Revisão de processos. Capacitação de liderança. Canais de escuta. Acompanhamento psicológico. Gestão de carga de trabalho. Programas de ergonomia. Intervenções de saúde física e emocional.</p>
<p>A medida precisa ser proporcional à exposição identificada e precisa chegar ao colaborador, não apenas ao documento. E a Catividade já realiza todo esse processo em algum das maiores empresas do mundo.</p>
<ol start="5">
<li><strong> Acompanhe continuamente</strong></li>
</ol>
<p>A gestão de riscos psicossociais não é uma ação de uma vez.</p>
<p>É exatamente isso que diferencia gestão de campanha: a continuidade. Um colaborador que recebe suporte contínuo tem trajetória diferente de um que participou de uma palestra em novembro.</p>
<h2><strong>O erro mais caro é tratar a nova NR-1 como um papel</strong></h2>
<p>Existe uma metáfora cirúrgica para o que muitas empresas farão diante dessa norma: vão tratar o sintoma, não a doença.</p>
<p>O sintoma é a irregularidade documental. A doença é a ausência de gestão real.</p>
<p>Ações pontuais geram esforço, mas não geram mudança estrutural.</p>
<p>E a NR-1 não está pedindo esforço. Está pedindo um processo que gere resultado.</p>
<p>O mais importante é que o colaborador não sente a diferença quando a empresa cumpre a norma. Sente quando a empresa muda a rotina. Quando a liderança é capacitada. Quando ele tem suporte real antes de chegar no limite.</p>
<p>Empresas que entenderem essa distinção e que buscarem parceiros capazes de executar esse processo com continuidade, sairão na frente tanto no cumprimento normativo quanto na construção de ambientes onde as pessoas conseguem trabalhar sem adoecer.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8920 size-full" src="https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/5.jpg" alt="Programa presencial de saúde corporativa Catividade em empresa cliente" width="1080" height="603" srcset="https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/5.jpg 1080w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/5-300x168.jpg 300w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/5-1024x572.jpg 1024w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/5-768x429.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<h2><strong>Como a Catividade apoia empresas na gestão de riscos psicossociais e NR-1</strong></h2>
<p>A <a href="https://catividade.com.br/">Catividade</a> é mais do que uma empresa de documentação.</p>
<p>É uma empresa que atua no problema real que a NR-1 nomeia: o desgaste físico e emocional dos colaboradores, a baixa adesão em programas corporativos, a falta de continuidade em ações de saúde e os afastamentos que se acumulam sem uma resposta estruturada.</p>
<p>O trabalho da Catividade começa onde o papel termina.</p>
<p>Na prática, isso significa:</p>
<ul>
<li><strong>Diagnóstico de saúde</strong> para mapear o perfil real de risco da organização</li>
<li><strong>Programas recorrentes</strong> de saúde física, mental, ergonomia e qualidade de vida — desenhados para o contexto específico de cada empresa</li>
<li><strong>Experiências presenciais</strong> com alto engajamento, que fazem o colaborador participar de verdade</li>
<li><strong>Tecnologia e indicadores</strong> para acompanhar o que está mudando — afastamentos, engajamento, adesão e NPS interno</li>
<li><strong>Gestão contínua</strong>, não campanha pontual</li>
</ul>
<p>O resultado não é apenas um PGR mais robusto. É uma operação com menos afastamentos, equipes com mais energia e uma cultura organizacional que trata saúde como um sistema. Não apenas como ação de mês.</p>
<p>Porque a nova NR-1 reforça uma direção que já era verdadeira antes mesmo dela existir: <strong>saúde mental no trabalho não é pauta de cuidado. É pauta de gestão de risco.</strong></p>
<p>E gestão de risco precisa de quem executa. Não de quem apenas documenta.</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>A nova NR-1 não inventa um problema. Ela nomeia algo que sempre esteve lá.</p>
<p>Sobrecarga, pressão sem suporte, assédio e clima hostil. Esses fatores existiam antes da norma e continuarão existindo depois dela. O que muda é o nível de responsabilidade exigido das organizações para lidar com eles.</p>
<p>Transformar atenção em método. Transformar campanhas em continuidade. Transformar dados em decisão. Transformar cuidado em gestão.</p>
<p>Empresas que fizerem isso antes não vão apenas cumprir a norma.</p>
<p>Vão operar melhor. E os seus colaboradores vão sentir.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8923 size-full" src="https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6.jpg" alt="Ciclo de gestão contínua de saúde ocupacional — identificar, agir, medir, acompanhar" width="1080" height="603" srcset="https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6.jpg 1080w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6-300x168.jpg 300w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6-1024x572.jpg 1024w, https://catividade.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6-768x429.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p>&nbsp;</p>

<div id="rank-math-faq" class="rank-math-block">
<ol class="rank-math-list ">
<li id="faq-question-1781271633400" class="rank-math-list-item">
<h3 class="rank-math-question "><strong>O que muda na nova NR-1 em 2026?</strong></h3>
<div class="rank-math-answer ">

<p>A norma reforça a inclusão dos fatores de risco psicossociais dentro do GRO/PGR. As empresas precisam identificar, avaliar, agir e acompanhar esses riscos com método e evidências — não apenas com campanhas ou documentos isolados.</p>

</div>
</li>
<li id="faq-question-1781271670241" class="rank-math-list-item">
<h3 class="rank-math-question "><strong>O que são riscos psicossociais na NR-1?</strong></h3>
<div class="rank-math-answer ">

<p>São fatores ligados à organização e às condições de trabalho que impactam saúde mental, bem-estar e desempenho dos trabalhadores — como sobrecarga, pressão sem suporte, assédio, falta de autonomia e ambiente hostil.</p>

</div>
</li>
<li id="faq-question-1781271696794" class="rank-math-list-item">
<h3 class="rank-math-question "><strong>Riscos psicossociais entram no PGR?</strong></h3>
<div class="rank-math-answer ">

<p>Sim. Devem ser considerados dentro do processo GRO/PGR, com identificação, avaliação técnica, medidas preventivas e acompanhamento documentado.</p>

</div>
</li>
<li id="faq-question-1781271742690" class="rank-math-list-item">
<h3 class="rank-math-question "><strong>Aplicar questionário resolve a nova NR-1?</strong></h3>
<div class="rank-math-answer ">

<p>Não. Questionários são instrumentos de suporte, mas não são suficientes isoladamente. Os resultados precisam ser analisados tecnicamente e incorporados ao processo de gestão de riscos.</p>

</div>
</li>
<li id="faq-question-1781271762986" class="rank-math-list-item">
<h3 class="rank-math-question "><strong>Como a empresa deve se adequar à nova NR-1</strong></h3>
<div class="rank-math-answer ">

<p>Mapear os fatores de risco, integrar RH, SESMT e Saúde Ocupacional, definir medidas preventivas baseadas em análise técnica, acompanhar resultados e manter evidências do processo — com suporte de parceiros que operam em saúde corporativa de forma contínua.</p>

</div>
</li>
<li id="faq-question-1781271796853" class="rank-math-list-item">
<h3 class="rank-math-question "><strong>Como a Catividade ajuda empresas com a nova NR-1</strong></h3>
<div class="rank-math-answer ">

<p>A Catividade estrutura programas recorrentes de saúde física, mental e ergonomia, com diagnóstico, indicadores e acompanhamento contínuo — indo além do cumprimento documental para atuar diretamente na redução de afastamentos e no engajamento dos colaboradores.</p>

</div>
</li>
</ol>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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