A dor avisa antes do afastamento. A sua empresa está medindo?
A Catividade estrutura a ergonomia de ponta a ponta — do laudo que atende a norma ao programa que reduz a dor na origem — com indicadores que a sua gestão acompanha.
O que mais afasta do trabalho no Brasil
Benefícios por incapacidade temporária concedidos em 2025
Coluna, discos e ombro no topo — e a saúde mental em recorde. São exatamente as duas frentes em que a ergonomia atua: o posto de trabalho e a organização do trabalho.
Fonte: INSS / Ministério da Previdência Social, 2025 · Veja Saúde e Agência Brasil
Ergonomia tratada como laudo arquivado não previne nada.
Antes do afastamento, há o atestado.
Antes do atestado, há a dor que se repete.
Antes da dor, há um posto de trabalho que ninguém avaliou.
O país sente esse descuido: em 2025, o INSS concedeu mais de 4,1 milhões de afastamentos por incapacidade — o maior volume em cinco anos, 15% acima do ano anterior — e as duas maiores causas, dor nas costas e hérnia de disco, nascem no posto de trabalho que ninguém avaliou. A maioria das empresas só lembra da ergonomia quando a dor já virou queixa e o documento, quando existe, fica numa gaveta sem virar ação. É nessa raiz que a Catividade atua.

Avaliar, agir e sustentar. Não só emitir o laudo.
O documento que a norma exige é o começo, não o fim. A Catividade conecta as três fases da ergonomia em um sistema contínuo: primeiro mede, depois corrige na origem, e então sustenta o resultado com acompanhamento. Cada serviço abaixo é um meio dentro dessa lógica.
Avaliar — onde a dor começa
A leitura técnica do posto de trabalho que atende à NR-17 e revela o risco antes que ele vire afastamento. É aqui que a empresa sai do "achismo" e passa a decidir com dado.
Análise Ergonômica do Trabalho (AET)
O documento completo exigido pela NR-17, conectado ao PGR e ao PCMSO. Mapeia posto a posto e fundamenta cada medida corretiva.
Análise Ergonômica Preliminar (AEP)
A varredura inicial que prioriza o que é urgente e estrutura o plano de ação antes do laudo completo.
Laudo ergonômico NR-17
A entrega que comprova conformidade na fiscalização — e que, aqui, vem com plano de ação, não com papel para a gaveta.
Ergonomia de concepção
Avaliação na fase de projeto de um posto, produto ou ambiente — corrige o risco antes de ele existir, quando ainda é barato.
Agir — corrigir na origem
Avaliação sem ação é gaveta. Esta fase transforma o que o mapeamento revelou em intervenção concreta no corpo e no posto de trabalho — onde a dor de fato acontece.
Ambulatório de fisioterapia
Atendimento dentro da empresa para tratar a queixa antes que ela vire afastamento.
Ergonomia no home office
O posto de trabalho remoto também adoece. Consultoria, avaliação e ajuste para quem trabalha de casa.
Blitz postural
Avaliação rápida e correção de postura no posto, com orientação imediata ao colaborador.
Ergonomista in company
Profissional presente na operação para resolver o risco ergonômico onde ele acontece, no dia a dia.
Sustentar — para a dor não voltar
O que não é mantido, regride. Esta fase fixa o comportamento seguro e a cultura de prevenção — é o que separa uma ação pontual de um resultado que dura o ano inteiro.
Treinamento de ergonomia
Faz o colaborador reconhecer o próprio risco e agir antes da dor. Retenção de comportamento, não palestra esquecível.
Ginástica laboral
Movimento aplicado à rotina para prevenir a dor osteomuscular na origem, com presença contínua.
Oficina da Coluna
Programa específico para a causa nº 1 de afastamento no Brasil pelo 3º ano seguido: a coluna. Educação e prática focadas onde dói.
Comitê de ergonomia (COERGO)
Estruturação do comitê interno que mantém a ergonomia viva mesmo depois da entrega.
Laudo é obrigação. Sistema é resultado.
O modelo comum
- Laudo emitido e arquivado, sem plano de ação
- A dor só é tratada quando já é queixa
- Nenhum indicador depois da entrega
- Conformidade no papel, risco na operação
De ponta a ponta
- Avaliação que vira plano de ação e execução
- Correção na origem, antes do afastamento
- Indicadores de dor e adesão acompanhados
- Conformidade real, sustentada o ano todo
Antes do INSS, quem paga é a empresa.
O afastamento não custa só a ausência. Ele cobra em três camadas — e duas delas não aparecem no contracheque.
15 dias por conta da empresa
Nos primeiros 15 dias de afastamento, o salário integral sai do caixa da empresa — só depois disso o INSS assume o benefício.
O custo que dobra
Além do salário parado, a operação paga a cobertura da ausência: horas extras, substituição e gargalos na equipe. O mercado estima um custo indireto de pelo menos o mesmo valor do direto.
Imposto que sobe com o risco
Afastamentos recorrentes elevam o FAP, multiplicador que pode dobrar a alíquota RAT paga sobre a folha. Prevenção comprovada faz o caminho inverso — pode reduzi-la à metade.
Física ou mental, cada causa do ranking tem prevenção conhecida. Prevenção não é custo — é caixa.
Comece pelo mapeamento.
Antes de qualquer proposta, a Catividade avalia onde sua operação está. Os afastamentos bateram recorde em 2025 — mais de 4,1 milhões — e a fiscalização da NR-17 e dos riscos psicossociais da NR-1 já está em vigor. O mapeamento ergonômico é o ponto de partida para sair do papel.